Sem protocolo
Uma câmera vira apenas mais uma gravação, sem acionamento claro, responsável definido ou uso operacional.
A GoDados.cam GOV transforma câmeras já instaladas e pontos de imagem autorizados em eventos operacionais, como ocorrência vinculada a ponto de imagem, clipe preservado, tarefa de triagem e indicador de gargalo para apoiar políticas públicas de enfrentamento à violência contra mulheres.
A proposta não é instalar mais câmeras. É fazer o parque existente gerar dados para triagem, acionamento, preservação de evidências e decisão pública, com governança e sem vigilância massiva.
Não propomos reconhecimento facial no MVP, uso livre de câmeras privadas ou decisão automatizada por IA. O piloto só avança com base legal, logs, retenção, cadeia de custódia e capacidade real de resposta.
Em casos formalmente registrados, chamados emergenciais, medidas protetivas e ocorrências priorizadas, imagens podem apoiar triagem, resposta e preservação de evidências. Isso não implica predição automática, score de risco por IA ou monitoramento preventivo generalizado.
Uma câmera vira apenas mais uma gravação, sem acionamento claro, responsável definido ou uso operacional.
Um alerta vira mais uma fila se não houver equipe, prioridade, despacho e revisão operacional.
Uma imagem que poderia ajudar vira risco jurídico se não houver finalidade, logs, retenção e cadeia de custódia.
A GoDados.cam entra como camada de software sobre câmeras existentes: lê imagens autorizadas, organiza eventos, orienta triagem, preserva evidências e gera indicadores para decisão pública.
Imagens autorizadas viram contexto operacional para apoiar botão de pânico, chamado emergencial, medida protetiva ou ocorrência priorizada.
Imagens relevantes precisam de origem, período, justificativa, responsável, hash, acesso registrado e descarte definido.
O governo passa a medir gargalos de resposta, recorrência, pontos críticos, uso de evidências e necessidade real de expansão.
O desenho recomendado começa pelo que já existe: câmeras públicas, pontos de imagem autorizados, fluxos de chamados, medidas protetivas, ponto focal operacional, indicadores e checklist go/no-go.
Inventário das câmeras existentes, pontos elegíveis, fluxos de chamados e capacidade real de resposta.
Conexão governada de pontos de imagem autorizados, com finalidade, escopo, logs e responsáveis definidos.
Transformação de imagem autorizada em evento operacional, evidência preservada, indicador e tarefa de resposta.
Acionamento da equipe responsável com informação contextual, prioridade e protocolo definido.
Painel executivo com indicadores, gargalos, evidências, riscos e recomendação de escala.
A entrega fica concreta: câmera elegível, clipe preservado, responsável acionado, log registrado e indicador medido.
A câmera grava, a busca por imagem depende de processo manual e o gargalo de resposta não aparece em indicador.
O ponto elegível é identificado, o clipe é preservado com logs, o responsável é acionado e o resultado entra no painel.
O governo sabe se deve escalar, ajustar, pausar ou encerrar o piloto com base em evidência operacional.
A rede conveniada é opcional, complementar e não é requisito para iniciar o piloto. No MVP, ela se limita a cadastro de câmeras e solicitação de clipes sob demanda, mediante ocorrência, requisição ou protocolo formal.
O piloto só deve avançar se houver capacidade real de resposta e regras claras para dados, imagens, responsabilidades, auditoria e suspensão.
A GoDados.cam entrega informação operacional a partir das câmeras já instaladas, com governança e indicadores para decisão de escala.
Câmeras elegíveis, pontos críticos, rotas, fluxos existentes e capacidade real de resposta.
Registro de eventos, prioridade, responsáveis, clipes, cadeia de custódia e encaminhamentos.
Indicadores, aprendizados, riscos, recomendações e plano de expansão baseado em dados.
Este piloto não substitui políticas de proteção, atendimento social, saúde, justiça, investigação ou patrulhamento especializado. O avanço depende de validação jurídica, base legal, RIPD quando aplicável, ato ou instrumento formal do ente público, logs, retenção definida, cadeia de custódia, auditoria e capacidade real de resposta.
No MVP, não há reconhecimento facial, decisão automatizada por IA, analytics generalizado, vigilância massiva, acesso livre a câmeras privadas, acesso contínuo ou integração permanente. Parceiros privados não recebem dados sensíveis da vítima, endereço sigiloso ou detalhes de medida protetiva.
A GoDados.cam apoia o governo a fazer melhor uso do parque de câmeras já instalado, com finalidade definida, evidências, indicadores, auditoria e supervisão humana.
Solicitar proposta de piloto